Esse blog é melhor visualizado nos navegadores Internet Explorer e Firefox
Contador de visitas

MSX GOLD MSX GOLD MSX GOLD: O PERIGO DE ELEGER AECIO NEVES

Publique sua análise
HOMETERMO DE USOMÍDIASJOGOSHISTÓRIA
SISTEMA DE BUSCAFALE CONOSCOLINKSMSX NO MUNDOOUTROS SISTEMASUTILIDADE GERAL

Jogos Aleatórios

O PERIGO DE ELEGER AECIO NEVES






O perigo de eleger Aécio Neves

Guitardo

Tem gente que trata política como futebol, no pior estilo "o meu time é melhor que o seu".
Como se a eleição fosse um grande "Fla-Flu". Como se o que estivesse em jogo não fosse o futuro do país.

E no meio dessa cega preferência partidária, não pesquisam sobre os candidatos, sobre a sua história, sobre a sua contribuição (ou não) para o país.
Pois hoje, vamos informar ao leitor indeciso ou mesmo para aqueles que pretendem votar em Aécio, a ameaça que ele representa para o futuro do país e a perda que terão os brasileiros, sobretudo a camada menos favorecida, numa possível vitória dele.

Aécio Neves não começou na política ontem. É um político de carreira que está no cenário político há mais ou menos uns trinta anos.
Tempo suficiente para analisarmos a sua trajetória.

Uma breve pesquisa na biblioteca pública da sua cidade, pelos periódicos da época, ou mesmo pela internet, já nos mostra quem é Aécio Neves.
Indo para uma perspectiva mais atual, vale lembrar que o futuro ministro de Aécio Neves será Armínio Fraga, cuja declaração mais importante até agora dizia que o "salário mínimo está muito alto", sinalizando que os trabalhadores vão ter uma perda enorme de renda com Aécio no poder.
Ter escolhido um ministro que dá tal declaração já diz bastante sobre o candidato e de como será o seu tratamento com os pobres, ou com quem não tem muitas condições.


Aconselho ao eleitor a pesquisar o seguinte sobre o candidato Aécio:

- Censura em MG (Procurem por um vídeo do Jorge Kajuru, no Youtube, da época em que Aécio era governador)
- Piso salarial dos professores mineiros.
- Máfia da Loteria
- Absolvição de Eurico Miranda
- Construção do Aeroporto de Cláudio
- Tentativa de censurar o google e o twitter
- Corrupção na emenda da reeleição do FHC

Aécio Neves também é conhecido por pedir cabeça de jornalistas, como no caso de Kajuru, quando esses divulgam algum escândalo envolvendo o seu nome.
Todo mundo em Minas Gerais sabe que havia um acordo comercial entre a Globo de Minas e o candidato , sendo assim , as matérias nos jornais locais ao candidato eram SEMPRE elogiosas, como se fosse um governo sem nenhum erro ou acima de qualquer suspeita. Existe até um documentário estrangeiro no Youtube que mostra a relação escandalosa entre Aécio Neves , a Globo e, como ele controla a imprensa como um pitbull.

Em 2004, Jorge Kajuru denunciou na rede Bandeirantes que torcedores revoltados não conseguiram entrar no estádio para assistir a uma partida entre Brasil e Argentina, enquanto os amigos do então governador assistiram ao jogo por cortesia - (mas eram poucos ingressos, apenas 10.000) - enquanto demais torcedores pagavam a bagatela de 400 reais para entrar no estádio. Kajuru transmitiu ao vivo, às portas do Mineirão fechado, enquanto deficientes físicos encontraram os acessos dedicados a eles fechados.Enquanto os convidados do governador entravam na maior, causando a indignação dos torcedores pagantes. Tal episódio rendeu ao Kajuru um afastamento de uma semana da Bandeirantes e logo após, a sua demissão. Kajuru havia se atrevido a mostrar o comportamento desonesto de Aécio e recebeu essa punição, como vemos aqui.

Aécio vive se gabando de ter deixado o governo de Minas com altos índices de aprovação. Amordaçando e manipulando a imprensa fica realmente fácil.
Mas uma pergunta não quer calar: Se ele saiu com um grau tão alto de satisfação por parte do povo, por que não conseguiu fazer o sucessor? 70% dos mineiros elegeram EM PRIMEIRO TURNO, Fernando Pimentel (do PT) em 05 de Outubro de 2014. Será que não é um recado de Minas para o Brasil? É bom refletir, independente de qualquer preferência político/partidária.

Os professores de Minas Gerais também não estão nada satisfeitos com a sua política salarial. Além de toda população ficar estarrecida com a construção de um aeroporto privado com dinheiro público. Aécio passa a imagem para quem não o conheço de bom-moço, mas é mais ditador do que qualquer tirano assumido. Um governo dele representaria a volta do autoritarismo , enterrado com o fim da ditadura militar.

Ao lado, temos o contracheque de um professor de Minas que desmente o atual candidato a presidente.

Juca Kfouri, conceituado jornalista esportivo, também nos revela algo estarrecedor em seu blog no UOL .
Diz ele:

"Duas vezes os destinos de Aécio Neves e o deste blogueiro se cruzaram no mundo do futebol.

A primeira foi em 1985, quando o senador por Pernambuco, Marcos Freire, presidia a Caixa Econômica Federal e Aécio Neves, por indicação do seu parente Francisco Dornelles, então ministro da Fazenda do governo de José Sarney, foi nomeado diretor do setor de Jogos da Caixa.

A revista “Placar”, três anos antes, havia denunciado um esquema de manipulação de resultados dos jogos da Loteria Esportiva e, durante todo o período final da gestão do ditador João Figueiredo, a Caixa não colaborou para sua elucidação.

O caso ficou nacionalmente conhecido como o da “Máfia da Loteria”.

Como a Loteca caiu em descrédito, era de interesse da Caixa tratar de limpar a imagem das apostas e Freire determinou a Aécio que colaborasse para tal.

O jovem Aécio, aos 25 anos de idade, jamais deu um passo para cumprir a ordem.

O cruzamento seguinte deu-se em 2001 quando Aécio era presidente da Câmara dos Deputados.

Corria um processo de cassação do mandato do deputado Eurico Miranda, do mesmo partido de Francisco Dornelles, o PP.

A cassação era dada como certa até que, no dia da decisão, sob a justificativa de comparecer ao enterro da mãe de Dornelles, Aécio se ausentou e o processo acabou arquivado pela mesa diretora da Câmara.
Aécio deixou uma carta a favor da abertura do processo, sem qualquer valor prático.
E deixou de votar, o que teria consequência."


Segundo Juca, a Globo também chegou a noticiar o episódio:

"O deputado Eurico Miranda se livrou hoje do processo de cassação de mandato.
A mesa da Câmara considerou que não havia provas suficientes contra o presidente do Vasco – contrariando o parecer do relator. A manobra foi comandada pelo deputado Severino Cavalcanti.
Amigo de Eurico Miranda, ele se empenhou para derrubar o relatório da corregedoria. A base da investigação foi o trabalho da CPI do Futebol, que apresentou provas contra o dirigente do Vasco da Gama. Ele é acusado de desviar dinheiro do clube, sonegação de impostos e apropriação indébita. O relatório do corregedor pediu a abertura de processo para perda de mandato. Dos seis integrantes da mesa diretora só dois votaram a favor do relatório. O presidente da Câmara, Aécio Neves, que estava fora de Brasília por causa do enterro de um parente, não votou, mas deixou a posição dele por escrito pela abertura de processo contra o deputado Eurico Miranda. Quatro deputados votaram contra. Resultado: o pedido de investigação foi arquivado. “Nós mandamos o arquivamento porque não encontramos documento necessário.
Nós não estamos aqui para absolver a ou b, mas sim para não fazer injustiça com aquilo que nós não temos consciência”, justificou o deputado Severino Cavalcanti. “Eu estou convencido de que a corregedoria da casa apresentou provas materiais e testemunhais que possibilitariam o Conselho de Ética aprofundar num processo de punição contra o deputado Eurico Miranda”, criticou o deputado Barbosa Neto. Livre da investigação na Câmara, o deputado Eurico Miranda ainda vai ter muito o que explicar na Justiça Federal.
Ele responde a inquéritos por crimes contra a ordem tributária, contra o sistema financeiro, sonegação fiscal, evasão de divisas e estelionato. O deputado Eurico Miranda não foi encontrado para comentar a decisão da mesa da Câmara"


Agora, um dos escândalos mais recentes relacionados à sua "excelente gestão" em Minas foi capa do jornal "Folha de São Paulo". Notícia que teve grande repercussão nos meios de comunicação , então, só não vê quem não quer. Porém, refrescar a memória do eleitor indeciso nunca é demais, até porque se a gente não faz isso, é mais um caso de corrupção que cai no esquecimento. Nesse caso já caiu, pois o procurador geral da república já arquivou o caso.

Ao lado, matéria da Folha, que foi também reproduzida no site do jornal, como podemos ler aqui.

Segundo o jornal, Aecio gastou r$ 14.000.000,00 (quatorze milhões) de reais para construir um aeroporto na fazenda do tio em Cláudio, MG.

Vejam que interessante esse trecho da matéria:

"(...) A agência federal informou à Folha que ainda não recebeu do governo estadual todos os documentos necessários para a homologação do aeroporto, procedimento exigido por lei para que ele seja aberto ao público.

Sem se identificar como jornalista, o repórter da Folha procurou a Prefeitura de Cláudio na última semana como uma pessoa interessada em usar o aeroporto da cidade.

O chefe de gabinete do prefeito, José Vicente de Barros, disse que Múcio Tolentino deveria ser procurado. "O aeroporto é do Estado, mas fica no terreno dele", afirmou. "É Múcio quem tem a chave."

Indicado por Barros, Fernando Tolentino logo se prontificou a abrir o portão do local. "Ele fica dentro da nossa fazenda", disse. "O aeroporto está no final do processo, mas, para todos os efeitos, ainda é nosso. (...)
"

Ou seja, o aeroporto é público, mas quem tem a chave é o tio do Aecio, logo só ele e a família usam. Mais legal de tudo é que usaram dinheiro público pra fazer essa farra toda. Seu dinheiro, contribuinte, pagador de impostos, indo pro ralo. Quando deveria estar destinado à educação, saúde, e outras prioridades públicas do Estado.

A Folha também noticiou quando a justiça negou o pedido de Aécio para bloquear as buscas na Internet. Isso já mostra o seu caráter autoritário e opressor. É a arte de jogar as sujeiras para debaixo do tapete para que ninguém descubra suas sujeiras.

Como adora uma censura, Aécio Neves pediu aos administradores do Twitter para quebrar o sigilo dos seus usuários,no entanto não conseguiu os IPs e nem os dados cadastrais desses usuários.

Esse trágico episódio também foi notícia do site Rede Brasil Atual.

Segundo a notícia, a "denúncia" fracassou e ele levou um esporro do próprio Twitter, como vemos abaixo:

"(...)A “denúncia” não vicejou na Justiça, e ainda rendeu “bronca” do Twitter ao candidato a presidente: "Com a devida vênia, são meras elucubrações do autor, absolutamente desprovidas de qualquer indício de veracidade”, pontuou comunicado da empresa, em resposta a pedido do próprio juiz acionado por Aécio, que negou pedido de sigilo sobre a ação e determinou que provas concretas de irregularidade fossem apresentadas de acordo com os perfis dos militantes virtuais.

“Quanto à conduta de usuários cuja ilicitude em nenhum momento restou demonstrada, não podem servir de fundamento para a eventual quebra do seu sigilo de dados. Admitir esse tipo de medida corresponde a transformar o Poder Judiciário em instrumento de perseguição de cidadãos, dando margem ao surgimento de um Estado policialesco, que desconsidera as garantias fundamentais dos cidadãos de forma injustificável. (...) No mérito, requer o Twitter Brasil que seja julgada improcedente a demanda, com a condenação do Autor ao pagamento das custas, despesas processuais e honorários advocatícios", concluiu o Twitter.

A reticência do judiciário em acatar o pedido de Aécio e a defesa inflamada do Twitter indicam que se alguém pode ser acusado de calúnia em mais este imbróglio promovido pelo senador mineiro é ele próprio, ao tentar criminalizar o direito constitucional à liberdade de expressão sempre que fatos não favoráveis à sua imagem e propósitos políticos são difundidos e democraticamente discutidos. Três dos cidadãos acusados por Aécio de serem “robôs” da esquerda falaram à RBA e fizeram questão de ser devidamente identificados, para reafirmar que são, sim, seres humanos, e que suas críticas a Aécio são ideológicas, e não contratadas.

Fernando Castro (perfil @ciscozappa), mineiro residente em Belo Horizonte, sociólogo que trabalha na área de educação e planejamento urbano socioparticipativo, destaca que todo o material compartilhado por ele é de conhecimento público. “Condeno qualquer tipo de difamação. Quando se publica algo de que não se tem prova material ou análise por parte da Justiça – como, aliás, o faz boa parte da grande mídia –, está se produzindo falso jornalismo e destruindo imagens públicas”, ressalta Fernando.

“Os conteúdos relacionados ao senhor Aécio Neves que difundi são de conhecimento público e podem ser lidos também em jornais e revistas de circulação nacional. Um deles, o conhecido caso do aeroporto na cidade de Cláudio (MG), em terreno de propriedade da família do senador. Outros, relacionados aos processos judiciais envolvendo desvios de verbas para a área da Saúde, e casos semelhantes durante sua gestão no governo de Minas Gerais”, conta.(...)
"

Ao lado, manchete da Folha de São Paulo, que aborda a emenda da reeleição aprovada durante o governo de FHC, padrinho político de Aécio.O candidato foi beneficiado diversas vezes por essa mesma emenda.

Para aprovar essa emenda houve compra de votos e, como evidencia a matéria, políticos de diversos escalões receberam uma "mesadona" do PSDB para aprovar tal descalabro. É interessante notar que o partido que aprovou essa emenda fraudulentamente, acusa o PT agora de ter "planos de se perpetuar no poder". Mas quem tornou possível que qualquer partido ficasse perpetuamente no poder foi o próprio PSDB. Mas o tiro saiu pela culatra.

Em seu blog no UOL, Fernando Rodrigues
nos relata o seguinte a respeito de mais esse escândalo do tucanato:

1) 28.janeiro.1997 – a Câmara aprova a emenda constitucional da reeleição: dispositivo passa a permitir que prefeitos, governadores e presidente disputem um segundo mandato consecutivo.

2) 13.maio.1997: Folha publica reportagem da compra de votos para aprovação da emenda da reeleição. Manchete no alto da primeira página, em duas linhas: “Deputado conta que votou pela reeleição por R$ 200 mil” (clique na imagem para ampliar):

3) O que disse FHC, então presidente da República: sempre negou o esquema. Dez anos depois, em sabatina na Folha, em 2007, o tucano não negou que tenha ocorrido a compra de votos. Alegou que a operação não foi comandada pelo governo federal nem pelo PSDB: “O Senado votou [a reeleição] em junho [de 1997] e 80% aprovou. Que compra de voto? (…) Houve compra de votos? Provavelmente. Foi feita pelo governo federal? Não foi. Pelo PSDB: não foi. Por mim, muito menos”.

4) Provas: confissão gravada de 2 deputados federais do Acre que diziam ter votado a favor da emenda da reeleição em troca de R$ 200 mil recebidos em dinheiro. Outros três deputados eram citados de maneira explícita e dezenas de congressistas teriam participado do esquema. Nenhum foi investigado pelo Congresso nem punido.

5) CPI: PT e partidos de oposição tentam aprovar requerimento de CPI. Sem sucesso

6) Operação abafa 1: em 21.maio.1997, apenas 8 dias depois de o caso ter sido publicado pela Folha, os dois deputados gravados renunciam ao mandato (Ronivon Santiago e João Maia, ambos eleitos pelo PFL –hoje DEM– do Acre). Eles enviaram ofícios idênticos ao então presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP). Ambos alegaram “motivos de foro íntimo'”. Em comentário irônico à época, o então deputado federal Delfim Netto disse: “Nunca vi ganhar um boi para entrar e uma boiada para sair”. Reportagem de 21.maio.1997 relata procedimentos utilizados na reportagem sobre a compra de votos.

7) Operação abafa 2: em 22.maio.1997, só 9 dias depois de a Folha ter revelado o caso, tomam posse como ministros Eliseu Padilha (Transportes) e Iris Rezende (Justiça). Ambos eram do PMDB, partido que mais ajudou a impedir a instalação da CPI para apurar a compra de votos.

8) Operação abafa 3: apesar da fartura de provas documentais, o então procurador-geral da República, Geraldo Brindeiro, não acolhe nenhuma representação que pedia a ele o envio de uma denúncia ao Supremo Tribunal Federal. Em 27.junho.1997, indicado por FHC, Geraldo Brindeiro toma posse para iniciar o seu segundo mandato como procurador-geral da República. Sempre reconduzido por FHC, Brindeiro ficou oito anos na função, de julho de 1995 a junho de 2003.

9) Fim do caso: em junho de 1997, o Senado aprova, em segundo turno, a emenda da reeleição, que é promulgada. No ano seguinte, FHC se candidata a mais um mandato e é reeleito.


Conclusão: Por essas e outras é sempre importante se manter informando a respeito do seu candidato, e não manter aquela postura de "fanático do partido", antes de tomar uma decisão que afetará o futuro do país. Se fizer uma busca minuciosa em periódicos, jornais e mesmo em sites, terá evidências suficientes de que esse candidato não serve para a presidência do país. Eleição é coisa séria. Não use a urna como penico. Use a cabeça, e boa sorte para o Brasil.

Comentar


Ocorreu um erro neste gadget

Pesquisar

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Postagens Recentes